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Es werden Posts vom November, 2011 angezeigt.

Glühwein (Vinho Quente)

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1 litro de vinho tinto De ½ litro a 1 litro de água Açúcar a gosto 1 pau de canela Cravos da índia inteiros Casca de laranja ou de limão Rum ou Vinho do Porto a gosto Reunir todos os temperos num saquinho de gaze ou pano, colocá-los para ferver na água com o vinho e o açúcar. Servir quente.

Quando o mês de Novembro chega ao fim, começa em toda a Alemanha o tempo das luzes coloridas e cheiro de amêndoas torradas e vinho quente.

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Qual o vosso perfume preferido?

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Segundo Montaigne, os perfumes deviam ser considerados não só como objectos de luxo, mas sobretudo como agentes terapêuticos de primeira ordem.

A candidatura do Fado à UNESCO foi uma ideia brilhante de Pedro Santana Lopes

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O antigo presidente da Câmara de Lisboa Pedro Santana Lopes foi o primeiro incentivador da candidatura do fado a Património Imaterial da Humanidade e escolheu os fadistas Mariza e Carlos do Carmo para embaixadores da candidatura. Estamos todos de parabéns pelo sucesso do projecto!

1° Domingo de Advento

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Entramos no Tempo do Advento. É um tempo de espera, tempo de esperança, tempo de reflexão. Tempo de superar o desânimo, dando lugar à alegria e à expectativa das Festas!

A amizade é como o vinho do Porto: quanto mais velha, mais preciosa.

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♥♥ FELIZ ANIVERSÁRIO , BEATRIZ! ♥♥

falta um mês para o Natal

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Anda zangado contra as medidas de austeridade impostas pelo governo? Com uma ida ao teatro ganha um pouco da sua serenidade.

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Havia um Porto para lá da Circunvalação, a cidade aonde não se vai, em O Resto do Mundo (2007), uma viagem de táxi que desencadeava uma reflexão sobre o nosso tempo e lugar. Como havia um Porto, geográfico e mental, da Europa e do mundo, em Orla do Bosque (2001), onde uma geração de trintões se questionava sobre o seu papel na cidade, algures entre o elogio das fronteiras que nos definem e a crítica das fronteiras que nos aniquilam. Quando passaram 10 anos, o colectivo Visões Úteis regressa ao Porto (território que nunca lhes sai do corpo e da cabeça, e de que continuamente extraem matéria teatral) e revisita os fundamentos de Orla do Bosque, num gesto que recusa a nostalgia para no seu lugar colocar a interrogação como motor da construção de um futuro. Em 2001, ano da Capital Europeia da Cultura, vivíamos em plena euforia consumista. Em 2011, o ano de todas as ressacas, vivemos na inevitabilidade da privatização daquilo que é comum a todos. Monstros de Vidro arrisca um balanço em acto

A vida são dois dias e um deles é dia de protesto!

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O burguês e os incendiários

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1944 — O primeiro doutoramento de uma mulher na Universidade do Porto

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Leopoldina Ferreira Paulo doutora-se em Ciências Biológicas com a tese Alguns caracteres morfológicos das mãos dos portugueses.

Happy Birthday, Scarlett!

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Noutros tempos: Heinrich von Kleist. Ontem Babak Rafati!

"Morro pois não me resta mais nada na terra para aprender e conquistar."

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No dia 21 de novembro de 1811, nas margens do pequeno lago Wansee, Heinrich von Kleist, profundamente triste e amargurado, comete suicídio e encontra companhia na sua amiga Henriette Vogel, então martirizada por um cancro.

Em Benrath com amigos vienenses

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Bom fim de semana, meninas!

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A VOZ HUMANA

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Ansioso, atribulado e desesperado telefonema de despedida de uma mulher abandonada pelo amante, A Voz Humana é um monólogo traiçoeiramente simples e prosaico. Apupada na estreia, em 1930, a peça de Jean Cocteau acabou inevitavelmente por encontrar a sua fortuna, ao ser interpretada por actrizes como Ingrid Bergman, Liv Ullmann e Simone Signoret, e ao tornar-se, por exemplo, o núcleo sensível de A Lei do Desejo de Pedro Almodóvar. Parece agora ter chegado o momento de Emília Silvestre assumir, entre nós, esta mulher que fala ao telefone com um amante invisível – e inaudível. Um novo teste ao excepcional domínio vocal, ao apurado sentido de composição e à desenvolta plasticidade da actriz fundadora do Ensemble, depois dos fulgurantes monólogos e solos que foram pontuando a sua carreira – do tour de force pessoano da “Carta da Corcunda para o Serralheiro” de Turismo Infinito e Sombras à demasiado humana Boca de Não Eu, de Beckett, ou a esse repositório de dor de Dama d’Água, de Frank McGu

INSOMNIA

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Poderiam ser imagens do que antecede ou se segue ao telefonema que uma mulher faz ao amante que a abandona. Poderiam ainda ser imagens de uma das várias interrupções dessa pungente despedida, perturbada por linhas cruzadas e interferências. De facto, não são, mas poderiam ser. Porque o conjunto de fotografias a preto-e-branco, sem títulos, que Carlos Medeiros nos propõe em Insomnia parece intersectar a atmosfera e a personagem ferida de A Voz Humana de Jean Cocteau. Se o espectáculo que Carlos Pimenta e o Ensemble propõem na sala do TNSJ se projecta num horizonte nosso contemporâneo, as fotografias de Carlos Medeiros expostas no Salão Nobre recuam face ao tempo que passou, aproximando-nos antes dos anos 1930 e 1940, a época em que o monólogo de Cocteau se estreou e conheceu, primeiro, o escândalo e, depois, uma invulgar fortuna. Inspirada no imaginário do film noir, utilizando sombras dramáticas e alto contraste, Insomnia oferece uma narrativa densa, sem desfecho. Um telefone mudo, a j

SOUNDWALKERS

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Documentário de Raquel Castro, Soundwalkers é uma inquirição sobre as nossas paisagens sonoras, uma busca de sentido para os sons do nosso quotidiano. Propõe uma viagem pelos ruídos de que, aparentemente, nem nos damos conta, mas que informam decisivamente a nossa percepção dos espaços que habitamos e em que nos movemos. Pontuado por depoimentos de músicos, sound artists, musicólogos e arquitectos, Soundwalkers é um ensaio (inclusive na acepção teatral: tentativa, experiência, prova) de ecologia acústica sem, todavia, deixar de ser um objecto fílmico de especial agilidade plástica e gráfica. A apresentar num lugar de passagem – o foyer do TNSJ –, enquanto no palco se apresenta A Voz Humana de Cocteau, Soundwalkers lança-nos o repto: ande – escute – olhe. Um filme de Raquel Castro concepção, realização, som e montagem Raquel Castro grafismo Mackintóxico assistente Amaya Sumpsi gravações de campo Raquel Castro, Pedro Caeldries, Tiago Pereira pós-produção som Rafael Toral produção Bazar

"Quem tem fome não tem escolha. O seu espírito não vem de onde ele gostaria, mas da fome."

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Dois posts seguidos com gente de esquerda!

Pura coincidência, Carlos ! No dia 12 de Novembro de 2011, Oskar Lafontaine confirmou a sua ligação com a política mais bonita da Alemanha, Sahra Wagenknecht. Fiquei boquiaberta, não por se separar da sua 3ª mulher, Christa Müller, mas sim, pela diferença de idades: 26 anos. Ontem soube da morte de um verdadeiro camarada, Franz Josef Degenhardt. Comunista católico com firmes ideias políticas, que gostava de beber e de mulheres bonitas.

Adeus, camarada!

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Franz Josef Degenhardt, advogado e militante de esquerda, faleceu ontem em Quiborn, perto de Hamburgo, com 79 anos.

Dois corações batem à esquerda!

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Sahra Wagenknecht e Oskar Lafontaine:

♥♥ Feliz aniversário, Vivien!

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A Itália encerra a era Berlusconi

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Na Europa, os governos acreditam que, sem Berlusconi, a Itália irá trilhar um caminho de recuperação económica. O presidente russo, Wladimir Putin, contudo, mantém-se incrédulo. Ele descreveu Silvio Berlusconi como um dos "últimos moicanos", e "um dos maiores políticos da Europa". Agora aguardo o dia em que a Rússia encerre a era Wladimir Putin!

11.11.11

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A tradicional abertura da chamada "quinta estação do ano" nas cidades da Renânia, onde o carnaval é a festa mais importante da região, às 11 horas e 11 minutos do dia 11 de novembro, tem nesta sexta-feira o diferencial de mais um 11 na sequência: o do ano de 2011.

"Os homens falam sobre matar o tempo, enquanto o tempo os mata serenamente"

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"A verdade é a melhor camuflagem. Ninguém acredita nela." Max Frisch

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Uma versão mais recente da Lenda de São Martinho

Num dia tempestuoso ia São Martinho, valoroso soldado, montado no seu cavalo, quando viu um mendigo quase nu, tremendo de frio, que lhe estendia a mão suplicante e gelada. S. Martinho não hesitou: parou o cavalo, poisou a sua mão carinhosamente na do pobre e, em seguida, com a espada cortou ao meio a sua capa de militar, dando metade ao mendigo. E, apesar de mal agasalhado e de chover torrencialmente, preparava-se para continuar o seu caminho, cheio de felicidade, quando subitamente o insurrecto mendigo falou sem humildade: — Espera, Martinho! Antes de aceitar o teu acto de bondade, quero primeiro saber a opinião dos outros mendigos. O Santo estupefacto, reagiu mal ao inesperado anúncio do mendigo e tirou-lhe a capa. O mendigo ainda quis voltar atrás, mas São Martinho mandou-o bugiar e tomou a direcção de Rath.

"Na vida, nada é de temer, tudo é para compreender"

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O 144º aniversário do nascimento da cientista e a primeira pessoa a receber dois Prémios Nobel, Marie Sklodowska Curie.

Domingo à Tarde

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Visita ao Aquazoo – Löbbecke Museum Düsseldorf

Dia de aniversário de um escorpião

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CRUZADAS no Teatro Carlos Alberto de 4 a 13 de Novembro de 2011

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É uma história de violência entre espadas e palavras divinas, a Terra Santa no epicentro de uma Guerra Santa. E infindável, como todas as sagas da obstinação humana. O Teatro do Frio assume este capítulo da história universal como ponto de partida para uma reflexão performativa sobre as vicissitudes da guerra, a necessidade de fronteiras, a institucionalização do perdão, a omnipresença do mal e da beleza. Mais do que um gesto de revisitação histórica, Cruzadas transporta este imaginário convulsivo para contextos mais contemporâneos. Será esta incursão pelas luzes e trevas medievais um regresso ao futuro? Resultado de um longo período de pesquisa e criação – estratégia inscrita no código genético desta companhia fundada no Porto em 2005 –, Cruzadas denuncia ainda uma vontade de mundo, materializada no convite ao dramaturgo e encenador escocês Ewan Downie para assumir a direcção artística do projecto. direcção artística Ewan Downie texto original Ewan Downie, Catarina Lacerda, Jaime Me

Ainda os ossos não arrefeceram na sepultura...

Uma senhora estava sentada na primeira fila de um espectáculo da Ópera, onde normalmente os bilhetes são vendidos com vários meses de antecedência! Um cavalheiro, ao verificar que a cadeira entre eles estava vazia, comentou: — Que coisa esquisita! Um lugar vago!!! Como é possível que alguém pague uma fortuna por um lugar e depois não apareça?! A senhora esclarece: — Bem, esse lugar era do meu marido, mas ele faleceu. — Oh, os meus sentidos pêsames — desculpa-se o vizinho. Mas a senhora não poderia, entretanto, ter oferecido o bilhete a um familiar ou a um amigo?! — Infelizmente não. Estão todos no funeral.

Match; O Mês de Maria; Gelados de Thomas Bernhard

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"Ele ergueu-se contra tudo o que era normalizado ou mesquinho com um sentido infalível do cómico" , diz-nos o encenador Claus Peymann sobre Thomas Bernhard, frase que nos coloca desde logo no centro deste espectáculo. Dramoletes 2 – Da Xenofobia é o segundo tomo (Dramoletes 1 – O Coveiro estreou-se em 2010) da compilação em cena que o Teatro da Rainha vem promovendo das peças curtas que o dramaturgo austríaco reuniu em 1988 sob a designação de “Dramolette”. Formas breves, plenas daquele humor terrível e oblíquo de que só Bernhard era capaz, falam-nos da sobrevivência de vestígios da mentalidade nazi num ambiente que mantém as condições do seu reaparecimento. Em Match , a mulher de um polícia extenuado põe a nu o seu primarismo de candidata à SS. No Mês de Maria , duas beatas maldizem os turcos que se aproximam do cemitério, e uma delas, excitada, promete gazeá-los. Gelados coloca em cena dois ministros de Estado alemães e respectivas esposas que, reclinados em cadeirões d

TEATRO DA EUROPA — Novembro 2011

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Alexis Jenni recebeu o Goncourt pelo livro L’Art Français de la Guerre

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Alexis Jenni, revelação da rentrée literária deste ano em França, recebeu o Prémio Goncourt pelo livro L’Art Français de la Guerre, publicado pela Gallimard. Jenni, de 48 anos, é um professor de biologia de Lyon até agora desconhecido no mundo das letras. Apesar do “efeito bomba” (a expressão é da imprensa francesa) que o livro provocou em França, catapultando o autor directamente para a lista dos favoritos ao Goncourt, Jenni é descrito pelo Le Point como uma figura “nos antípodas” dos escritores estrela, com aura de rebeldes como Michel Houellebecq, vencedor do Prémio Goncourt em 2010. O prémio Renaudot, tradicionalmente atribuído ao mesmo tempo que o Goncourt, foi para Emmanuel Carrère por Limonov, retrato de Eduard Limonov, "ídolo undergound no tempo de Brejnev, vagabundo em Nova Iorque, escritor em Paris e fundador de um partido ultranacionalista na Rússia". (fonte: Mundo Pessoa )

A Biblioteca Central de Düsseldorf convida quatro vezes a um rendez-vous com Max Frisch

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Todos os anos no Outono a Biblioteca Central de Düsseldorf oferece-nos um Curso de Literatura rápido, curso esse, que começou esta noite. O redactor do Spiegel Volker Hage apresenta na sua biografia de Max Frisch todas as facetas do autor. Em conversa com Michael Serrer refletiu sobre a vida, obra e relevância de Max Frisch.

Os Amantes de Novembro

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Ruas e ruas dos amantes Sem um quarto para o amor Amantes são sempre extravagantes E ao frio também faz calor Pobres amantes escorraçados Dum tempo sem amor nenhum Coitados tão engalfinhados Que sendo dois parecem um De pé imóveis transportados Como uma estátua erguida num Jardim votado ao abandono De amor juncado e de outono. Alexandre O'Neill, in No Reino da Dinamarca