Comboio Nocturno para Lisboa

 
No Verão de 2005, li Comboio Nocturno para Lisboa do autor e filósofo suíço, Peter Bieri, mais conhecido pelo pseudónimo, Pascal Mercier.
Como estava prestes a partir para férias, e tinha que entregar o livro na biblioteca, li o bestseller muito à pressa, mantendo-se o meu entusiasmo dentro dos limites do razoável.

No meio dos preparativos para a festa da Páscoa, abandonei o meu lar e acompanhei o périplo de Raimund Mundus Gregorious, professor suíço de grego, latim e hebreu, pelas ruas de Lisboa (cidade que não vejo há anos) em busca da história de Amadeu Inácio de Almeida Prado, um médico português que viveu durante o Estado Novo, envolvendo-se na oposição ao regime de Salazar, embora o seu pai fosse membro do Supremo Tribunal de Justiça e Prado tivesse salvo a vida de um chefe da Polícia Secreta.
Em 1975, a sua irmã, Adriana, edita e publica UM OURIVES DAS PALAVRAS, uma série de apontamentos e de entradas de diário.
Na investigação do passado de Amadeu Prado, Raimund acaba por se encontrar com vários personagens, apaixonar-se por Lisboa e pela bela Mariana.
Uma aventura romântica, kitschig, cativante.

Ao chegar a casa, comecei imediatamente com a leitura do Comboio Nocturno para Lisboa, que vou continuar a ler, nas calmas, durante as férias da Páscoa.

Kommentare

  1. Devo entender essa releitura do Comboio como tendo gostado do filme, ou antes pelo contrário? :-)))

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    1. Como todo mundo dizia tão mal do filme, que eu pensei que ele fosse muito pior.

      Só para ver o Bruno Ganz, a Martina Gedeck e o August Diehl já valeu o dinheiro do bilhete.

      O filme é romântico, kitschig, mas cativante.

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  2. Hummm... está visto que tenho de ir ver o filme! Uns dizem que é uma xaropada, outros que é pior que o Lincoln, outra que adorou, e tu que é romântico e cativante, no mínimo é de certeza polémico! :)))

    Beijocas!

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    1. Como todos os meus amigos alemães me avisaram para não ir ver este filme (até o nosso amigo Carlos não gostou), estava a contar com um filme péssimo, afinal até gostei, sendo o meu preferido de todos os filmes que vi do Lasse Hallström.

      Talvez, tenha a ver com as saudades que tenho de Portugal, até de Lisboa, cidade que nunca mais visitei depois da morte da minha tia Palmira.

      O filme merece ser visto como disse o Jeremy Irons em Berlim na abertura do Festival do Cinema em Fevereiro 2013.

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  3. Votos de boas leituras e de uma Páscoa Feliz!

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  4. Gostei do filme e estou agora a começar a ler o livro.

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