GASPAR


A peça adramática Kaspar escrita em 1967 pelo austríaco Peter Handke é uma boa opção para quem gosta de refletir sobre a linguagem e sobre o poder do silêncio.

Kommentare

  1. ~~~
    Eu a pensar que estavas a homenagear o teu gato...

    Não recordo o nome, porém, envio-lhe carícias carinhosas.

    Quanto à peça, não domino o alemão...

    ~~~ Beijinhos. ~~~
    ~~~~~~~~~~~~~~~~~~

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    1. Majo, o gato da Teresa já partiu e chamava-se Casimir, salvo erro.

      Beijocas

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    2. Procurei no motor de busca, era Kasimir e foi o K que originou o meu lapso.

      ~~ Ótimos fins de semana, queridas Teresas.

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    3. É como diz a Teté, Majo, o meu querido gatinho chamava-se Casimir.

      Na peça de Peter Handke que vi na quarta-feira, trata-se de Kaspar Hauser que supostamente com quinze anos de idade, apareceu numa praça pública de Nuremberg, em 26 de Maio de 1828. Ele tornou-se o centro das atenções e, em pouco tempo, surgiram rumores de que deveria ser o príncipe herdeiro da família real de Baden, no sudoeste da Alemanha, que havia sido roubado do berço em 1812.

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  2. Tem alguma coisa a ver com o fantasma? Pelo menos as maquilhagens fazem lembrar... ;)

    Beijocas

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    1. As maquilhagens são uma alusão ao cinema mudo que nos obriga a refletir sobre o poder do silêncio.

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  3. Estive a ver, Teresa e achei muito curioso ! Peter Handke (contemporâneo de Brecht e Beckett), é considerado um autor de Teatro só de palavras e não de "cenas", de "acção" ! Limita a sua acção às palavras ! ... Deve ser muito estranho, muito curioso ! (?)...

    Bjs :)

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    1. O austríaco Peter Handke é um dos mais célebres escritores de língua alemã. Ele nasceu a 6 de Dezembro de 1942, daí não pertencer à geração do Berthold Brecht (1898 – 1956) ou do Samuel Beckett (1906 – 1989).

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  4. E há também o fantasma com o mesmo nome :)))
    Bfds

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    1. Há uma amiga que me chama «minha Gasparzinho», por ainda não pubicado fotos na 'net'!l: )))

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    2. A partir de uma abordagem histórico-cultural, esta peça, escrita em 1967 pelo austríaco Peter Handke, analisa o percurso de desenvolvimento de Kaspar Hauser, um personagem real e enigmático que, quando encontrado em Nuremberg, em 1928, não sabia falar, nem andar e não se comportava como humano.

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