O Teatro Nacional São João apresenta um tributo à guitarra portuguesa

Primeiro foi a provocatória instalação sonora de György Ligeti
(Poema Sinfónico para 100 Metrónomos).
Seguiu-se, em 2011, um happening musical protagonizado pelos 70 elementos da Banda de Música dos Mineiros do Pejão.
Pela terceira vez, o Teatro celebra a Música e o seu Dia Mundial.
No centro da comemoração estará a guitarra portuguesa, instrumento de salão e de taberna que o Fado erigiu em símbolo, mas cuja vida não se confina à
"canção de Lisboa".
Solista de guitarra portuguesa, Miguel Amaral propõe um recital que distingue o talento de três executantes e compositores maiores deste instrumento: Armandinho (Armando Augusto Freire, 1891-1946), Carlos Paredes (1925-2004) e José Fontes Rocha (1926-2011). Por acaso, ou talvez não, músicos nascidos em Lisboa, Coimbra e Porto, respectivamente, como que a dizer-nos que a guitarra portuguesa possui uma identidade múltipla.
Viagem em 60 minutos por uma história praticamente desconhecida, Armandinho, Paredes e Rocha revela diferentes faces da guitarra portuguesa: do lirismo melódico de Armandinho, o mais importante compositor do instrumento no início do séc. XX, às sonoridades brilhantes de Fontes Rocha, conhecido sobretudo pelo seu trabalho de acompanhador de Amália, passando pelo romântico virtuosismo daquele que é considerado o maior intérprete de sempre da guitarra portuguesa: Carlos Paredes.

Kommentare

  1. Muita gente não sabe, mas a guitarra portuguesa nasceu no Porto o que melhor justifica este tributo do TNSJ

    Resolvi satisfazer o seu pedido e amanhã confesso um pecado mortal lá no On the Rocks
    A Brites está triste! Não sabe qual foi a tolice que disse, para merecer a ameaça do Kasimir...

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