"This unsual book may shock you, will make you laugh, and may break your heart - but you will never forget it!"


Jerome David Salinger, o autor de The Catcher in the Rye, publicado em 1951 nos Estados Unidos, morreu hoje aos 91 anos em Cornish, New Hampshire.

Kommentare

  1. não sabia
    (confesso até que pensava que já tinha falecido).
    mas o "the catcher in the rye" foi um dos livros que marcaram a minha juventude.

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  2. li a "velha" versão em português da «Colecção dois mundos» da Editora Livros do Brasil, onde o título escolhido tinha tentado respeitar a expressão idiomática: "Uma agulha no palheiro".
    mais recentemente, na edição da Difel, a opção escolhida para o título foi "À espera no centeio"...
    enfim, dilemas da tradução.

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  3. Para mim "Catcher in the Rye" foi e é uma obra marcante.

    Mas em "Franny and Zooey" ele atinge a genialidade reservada a poucos.

    Para mim ele está lá em cima com Hemingway, Tolstoi, Cardoso Pires e Machado de Assis.

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  4. Uma das coisas que estudei este semestre foi estudos de como considerar, reconhecer um clássico.
    Um dos paradigmas é exactamente nunca nos esquecermos dele.

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  5. Nunca li nada deste escritor, mas acabei de ver agora no noticiário a notícia da sua morte.

    Mas sim, o livro teve dois títulos em português, sendo o mais recente "À espera no palheiro", segundo o meu manual: "1001 livros para ler antes de morrer"! E parece-me que já estou atrasada, porque me faltam ler tantos... ;)

    Beijinhos!

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  6. J. D. Salinger, Autor des "Fänger im Roggen", starb am 27.01.2010. Dieses Buch hat wahrscheinlich mehr junge Menschen im 20. Jahrhundert begeistert als irgendein anderes. Holden Caulfields rotzige Verweigerung, sich anzupassen, liest sich auch heute noch aufregend. Tipp: die rundum entstaubte neue Übersetzung von Eike Schönfeld.

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  7. J. D. Salinger, Autor des "Fänger im Roggen", starb am 27.01.2010. Dieses Buch hat wahrscheinlich mehr junge Menschen im 20. Jahrhundert begeistert als irgendein anderes. Holden Caulfields rotzige Verweigerung, sich anzupassen, liest sich auch heute noch aufregend. Tipp: die rundum entstaubte neue Übersetzung von Eike Schönfeld.

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