Pressão aumenta sobre os não-vacinados


No país dos poetas e dos filósofos os não vacinados são os inimigos públicos Nº 1, enquanto que a Alemanha debate vacinação obrigatória em meio a nova onda de Covid-19.

Em Agosto escrevi que o
s céticos da vacina — os tubarões que brilham no horizonte — evocam os seus direitos à liberdade pessoal, arriscando assim a restrição 
da nossa liberdade. Embora esses pseudo-heróis da liberdade me irritem, sou contra a sua perseguição e contra a vacinação obrigatória. 
Há sintomas graves de fragilização da democracia, quando o partido Bündnis 90/Die Grünen quer que os vacinados rompam o contacto com os não vacinados, sejam eles familiares ou amigos. Algum mal sério está escondido na Alemanha.

Omicron: nova variante detectada na África do Sul 
tem uma proteína de espigão diferente daquela do coronavírus original, na qual se baseiam as vacinas contra covid-19. Isso aumenta a preocupação de que a B.1.1.529 possa "escapar" da proteção dos imunizantes. 

Kommentare

  1. A pressão está a sentir-se sobre todos nós e a ansiedade dos que vivem do entra e sai de clientes é cada vez maior.
    Amanhã irei fazer um teste rápido porque tenho um almoço de família com 10 pessoas e anteontem estive relativamente perto de duas pessoas que deram positivo esta tarde e só fui avisada à noite.
    On verra!

    Abraço

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    1. Amanhã também sou obrigada a fazer um teste não rápido, o qual me dará autorização a assistir ao 1° Concerto de Advento no próximo domingo 🌲

      Ontem dois membros do Círculo Literário recusaram-se a comparecer ao encontro, porque evitam contactos com mais de duas pessoas. Um almoço com 10 pessoas não nos é permitido.

      Abraço e ótimo fim de semana 😷

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  2. Sou a favor da vacinação e acho que quem não se quer vacinar acaba por fazer perigar a vida dos outros.

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    1. Pesquisa indica que vacinados continuam a transmitir a covid-19.

      O apelo dos „Verdes“ lembra tempos sombrios da história alemã.
      Não me afasto dos familiares e amigos não vacinados.
      Como não me afastaria dos judeus durante o período nazista, mesmo pondo em perigo a minha vida.

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    2. Não é bem a mesma coisa, aliás, não é em nada parecido.

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    3. Um partido ter o atrevimento de me dizer para me afastar dos familiares e amigos não vacinados é de uma crueldade que não aceito. Claro que comparar a crueldade dos nazis com o apelo dos „esverdeados“ é simplesmente uma pequenina provocação.

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  3. Sou contra a perseguição ou comentários conducentes à perseguição dos não vacinados, mas concordo absolutamente com a vacinação obrigatória.
    Se algum membro da minha família alargada não estivesse vacinado/a, eu não me aproximaria fisicamente dele/a. Já assisti a duas celebrações que foram divididas em dois dias, para que o número de convidados num determinado dia não fosse grande. Só foram convidados os familiares e amigos totalmente vacinados. Sem qualquer hesitação dos que planearam as festividades.
    Antes de ir a um restaurante telefono para me informar se requerem a apresentação do certificado de vacinação. Se a resposta é afirmativa, faço a reserva se for necessário, se me dizem que não, não vou.

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    1. Pessoas com o esquema vacinal completo continuam a pegar Covid-19 e transmiti-la a outras pessoas. A apresentação do certificado de vacinação não chega para assistir ao concerto de amanhã. Hoje tenho que fazer um teste, que sou obrigada a apresentar aos organizadores do evento.

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    2. Aí está uma condição/obrigatoriedade que eu também não condeno. Quem desejar assistir a concertos tem que fazer o teste, tal como temos que fazer quando viajamos para fora do país e quando regressamos.
      Como a situação tem estado controlada nesta província, os testes ainda não foram impostos para assistirmos a espetáculos públicos, mas, como disse, temos que apresentar o certificado de vacinação.

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    3. Que uma vez vacinados, poderíamos retomar as nossas vidas sem restrições, não é aquilo que estamos a viver actualmente. Precisamos de testes negativos para aceder a determinados espaços ou eventos, o certificado de vacinação não dá segurança. Omicron: nova variante detectada na África do Sul já chegou a Munique. O quarto „lockdown“ está a caminho para vacinados e não vacinados.

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  4. Prevenção sim, cabe-nos por inteiro. Perseguições fazem-me lembrar o estado novo, assim mesmo, com letras pequeninas.
    Haja bom senso, responsabilidade, respire-se o que de bom existe para ser respirado.
    Um abraço à beira Atlântico.

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    1. Dá-me cá um abraço, António!!
      Consciencialização, sim.
      Perseguição, não.

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  5. Minha amiga, com respeito,
    Dou o meu depoimento
    Bem consciente e atento
    Ao que o mundo está sujeito
    À forças ocultas. O pleito
    Sobre direito e obrigação
    Como fatores que são
    Determinantes, é problema
    Que ultrapassa ao sistema
    Do Poder, por ser só do cidadão.

    O cidadão tem direito
    Civil, constitucional
    De ser livre e como tal
    Não pode ficar sujeito
    À imposição por efeito
    Dessa sua liberdade
    E qualquer fator que invade
    A privacidade é um crime.
    Então, vejo, que o regime
    Não tem tal autoridade.

    Bela postagem. Gratidão. Abraço fraterno. Laerte.

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    1. Muito assertivo o seu poema, caro Laerte.
      Abraço das margens do Reno.

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  6. Duvido sinceramente que a Pandemia seja abafada e/ou diminuída nos próximos anos. As vacinas foram feitas à pressa. Decerto que pouco estudadas mas não havia tempo para mais. O certo é que mais ou menos controlada, surge logo uma nova variante, muito mais forte, a que as vacinas não conseguem fazer frente. Reforço de vacinas que serão ou não válidas para atenuar - não evitar - a maleita/Pandemia. Olha: Que a ciência nos ajude.

    Feliz fim de semana.

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    1. Afinal, chegados a Dezembro temos que suportar novas restrições e mesmo vacinados, precisamos de testes negativos para aceder a determinados espaços ou eventos.
      Que a ciência nos ajude, que deus está ocupadíssimo a arranjar no céu lugar para as vítimas.

      Um fim de semana sob a magia do ADVENTO 🎶

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