TSCHICK
No 39º encontro do Círculo Literário em Duisburg, no dia 18 de Julho de 2014, opiniamos sobre um romance do escritor alemão Wolfgang Herrndorf (1965-2013) TSCHICK publicado em 2010. Embora seja um dos romances mais emblemáticos de 2010 e leitura obrigatória nos liceus, não me cativou, mas nesse ano nada me cativava. Todos os membros do Circulo louvaram os méritos literários de Wolfgang Herrndorf. Comoveram-se com a história de amizade entre o alemão Maik e o russo Andrej, Tschick como alcunha. Maik (Tristan Göbel), Isa (Mercedes Müller) e Tschick (Anand Batbileg) relaxam na beira de um lago. A entrada em cena da instável Isa adiciona tensão sexual à viagem, já que a beleza insuspeita da menina logo chama a atenção de Maik, fazendo-o esquecer-se momentaneamente o amor por Tatjana, colega de escola. Esta noite vi o filme de 2016 no canal alemão RBB. Realização de Fatih Akin com Tristan Göbel como Maik Klingenberg, Anand Batbileg como Andrej “Tschick” Tschichatschow. Enquanto a sua mãe

Um restabelecimento rápido e completo! Já tínhamos saudades.
AntwortenLöschenRápidas melhoras para a Teresa. Cumprimentos.
AntwortenLöschenJá tinha dado pela falta, apenas pensei que era muito trabalho. Votos de uma recuperação completa da saúde com a maior brevidade possível.
AntwortenLöschenOH, Tadinha!
AntwortenLöschenAs melhoras. Beijinhos.
Nadinha
Mau, essa da pneumonia é que não estava no programa! Mas o importante é que te estejas a restabelecer...
AntwortenLöschenBeijocas e as melhoras para ti! (se forem rápidas melhor ainda, mas estamos todos a torcer para que saúde volte em pleno!)
Estava a estranhar a ausência.
AntwortenLöschenAs melhoras e um beijinho
Gábi
É essa a explicação para a ausência, então.
AntwortenLöschenVotos de rápido, e completo, restabelecimento.
"Wer Krankheit und Angst nicht kennt, spricht über das Leben wie einer, der über die Welt spricht und nie gereist ist".
AntwortenLöschenIch weiß nicht mehr, woher diese Weisheit stammt, aber sie hat mir sehr eingeleuchtet. Tiefe des Lebens jedenfalls erfahren wir immer durch Brüche und Krisen, denke ich. Und die kommen früher oder später — in der Mitte des Lebens sind wir in der Regel schon einmal damit konfrontiert worden.