Poema de Eugénio de Andrade am Juli 02, 2008 Link abrufen Facebook Twitter Pinterest E-Mail Andere Apps Teresa HoffbauerHaviauma palavrano escuro.Minúscula. Ignorada.Martelava no escuro.Martelavano chão da água.Do fundo do tempo,martelava.contra o muro.Uma palavra.No escuro.Que me chamava. Kommentare
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