Pelos livros, marchar, marchar


O que é que leem por puro prazer neste momento?
Eu leio um livro com apenas 77 páginas, escrito pelo intelectual mais interessante do nosso tempo. Uma estrela da literatura francesa. 

Sabem de quem se trata?

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A 23 de Abril, data do nascimento e da morte de William Shakespeare e também da morte de Miguel de Cervantes — figuras incontornáveis do plano literário internacional —, assinala-se o Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor, o qual a Bertrand Editora celebra convidando os seus leitores para uma visita às suas instalações. 
Durante a manhã vão realizar-se duas visitas guiadas ao espaço da Editora — dando a conhecer o seu processo editorial, passo a passo —, com oferta de um livro a cada leitor no final da visita. Na parte da tarde, os leitores poderão também deslocar-se às instalações da Editora para receber um livro de oferta. 
As visitas guiadas acontecem às 10h00 e às 11h30 da próxima terça-feira, dia 23 de abril, mediante inscrição prévia (até ao meio-dia de 22 de abril), para o endereço comunicacao-editora@bertrand.pt, com informação do turno preferencial e nome completo. Entre as 15h00 e as 18h00 poderá dirigir-se às instalações da Bertrand Editora e receber um livro de oferta, até se esgotarem os exemplares disponíveis, sem necessidade de inscrição, no mesmo local (Rua Prof. Jorge da Silva Horta, nº 1, 1500-499 Lisboa).

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Para comemorar o Dia Mundial do Livro, o Plano Nacional de Leitura 2027 vai realizar uma grande marcha pela leitura, um momento festivo que pretende ser uma celebração do livro, dos autores e dos leitores.
O desfile realiza-se em Lisboa, no dia 23 de Abril, às 14h30, partindo da Praça Luís de Camões e seguindo pelo Chiado, com paragens para leituras em voz alta nas livrarias BD Mania, Bertrand, Férin e FNAC. O desfile será acompanhado por músicos e por artistas do Chapitô.

Kommentare

  1. Resposta à tua pergunta: Michel Houellebecq?
    Para além dos livros digitais que estou a ler, comecei há dias um livro em papel intitulado Magpie Murders de Anthony Horowitz. Este tem 226 páginas e estou a lê-lo devido à insistência de uma amiga que mo emprestou.

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    1. SÉROTONINE, o último livro de Michael HOUELLEBECQ tem 335 páginas, e continua à minha espera na estante:-*

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  2. Agora estou a ler um livro publicado por um amigo (o Arnaldo Gonçalves) com análise política.

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  3. Porprazer e descontração leio A minha Prima Rachel, de du Maurier, bom dia do livro

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    1. Rebecca e A Minha Prima Rachel são os meus livros favoritos da Daphne du Maurier:-*

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  4. Pela descrição não sei de quem se trata, aliás estou a voltar à cultura francesa depois de uns anos de políticos recentes terem apelado ao separatismo no Québec.

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    1. O escritor francês a quem me refiro é um shootingstar internacional:-*

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  5. Ler não muito, infelizmente. Estou a ler um pequeno livro sobre o som em Portugal, respeito e desrespeito, chamado "Sons e Silêncios da Paisagem Sonora Portuguesa", escrito por Carlos Alberto Augusto, compositor, "designer" sonoro e especialista em comunicação acústica.

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    1. Ler é silêncio absoluto.
      Embora não goste de ouvir música, já lia com o maior prazer "Sons e Silêncios da Paisagem Sonora Portuguesa".

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  6. Voltei a ler mais do que um ao mesmo tempo:

    Crónicas do Mal de Amor, de Elena Ferrante
    O Segredo de Joe Gould, de Joseph Mitchell
    A Imortal da Graça, de Filipe Homem Fonseca


    Quanto ao autor francês mais badalado, talvez a Catarina tenha razão!

    Abraço e continuação de boas leituras

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    1. Eu formulei de tal maneira a pergunta para que os meus leitores acreditassem de que se tratava de um romance de Michael HOUELLEBECQ,

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  7. "Ein unerhört kluger Autor, der weit über individuelle Empfindlichkeiten ins Gesellschaftliche hinausdenkt" Stefan Hochgesand, TAZ

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    1. Er ist jung und zornig und erhebt seine Stimme gegen jede soziale Ungerechtigkeit.

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  8. Para comemorar o dia do livro não há como ler. Andei todo o dia com um livro de braçado e li alguma coisa. E ainda hei-de ler mais. Marchas não é comigo.

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    1. Embora eu goste de ler, a minha maior paixão é marchar | caminhar:-*

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  9. Por agora ando não na fase de leitura, mas de (re)leitura!

    Estão a ser reeditados os primeiros romances de J. Rentes de Carvalho e, embora tenha alguns de edições antigas, ando a adquirir as novas edições. É uma espécie de prazer renovado e reavivar de emoções. :)

    Uma atracção de grande valor é a intervenção dos artistas do Chapitô. Admiro imenso a mentora deste projecto, a Teresa Ricou que na década de 80 criou a figura de mulher-palhaço, adoptando o diminuto Teté. É uma pessoa muito conhecida e estimada pelo seu obstinado empenho na formação e integração social, através das Artes e Ofícios ligados ao espectáculo circense e não só. Nunca a vi pessoalmente, apenas a tenho visto, ou via, muitas vezes na TV.

    Boas leituras sempre em marcha! :)

    Um abraço.

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    1. Não fazia a menor ideia sobre os artistas do Chapitô. Gosto que uma mulher-palhaço tenha o meu nome. No Porto há também alguém que me chama Teté. Vamos lá ver se consigo ver esses artistas numa ida a Portugal.

      Amanhã começo uma outra leitura, entretanto, vou escrever sobre o escritor francês da minha pergunta inicial:-*

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  10. Uma excelente comemoração :)
    Neste momento, vou pegar n' O Cavaleiro da Dinamarca

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    1. Não foi uma comemoração, foi sim, um desafio.

      Li "O Cavaleiro da Dinamarca" ainda adolescente. Como li quase toda a obra da Sophia de Mello Breyner Andresen.

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