AGRIÃO!


              Sinfonia periférica em dez andamentos 
                                   por 
                        Clara Pinto Correia, 
             contando com a paciente colaboração
         de uma pessoa que lhe quer bem — pensa ela, 
                     na sua tocante inocência

Kommentare

  1. Tenho seguido o desafio da Luísa...
    Não fosse eu tão preguiçosa também o faria mas isso obrigava-me a colocar um livro por dia e ficaria exausta! :)
    Por acaso li este livro há muitos anos!
    Comentar também é estar em interacção!

    Abraço

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    1. Tenho pena que não aceites o desafio da Luísa, que acho tão interessante. Eu não vou colocar um livro por dia, Rosa dos Ventos, só de vez em quando.

      A sua estreia literária dá-se em 1984, com o romance Agrião, que comprei, li e gostei.

      A Clara Pinto Correia atinge a sua popularidade com o romance Adeus Princesa, no qual uma portuguesa é a principal suspeita da morte do seu namorado alemão. Tenciono comprar e ler.

      Votos de um fim de semana com sol e bons livros!

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    2. É verdade Rosa, não é necessário postar todos os dias! Vai-se levando o desafio sem grandes exigências de pontualidade. :)

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  2. Desliguei-me da autora desde 2003, época em que foi expulsa da diretoria da revista Visão, por plagiar revistas norte americanas.
    Por ter sido muito irreverente, também esteve prestes a ser expulsa da Sociedade Portuguesa de Autores.
    Devia ter tido a hombridade de respeitar o seu nome e os seus valores culturais.
    Nunca mais poderei acreditar na sua verticalidade.

    ~ ~ ~ Bom fim de semana. ~ ~ ~

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    1. Em 1984 comprei, li e gostei do romance AGRIÃO!

      Entretanto, esqueci completamente a cientista e escritora Clara Pinto Correia.

      Em 2010 li sobre a exposição "Sexpressions" — um conjunto de fotografias da Clara Pinto Correia em êxtase sexual — de Pedro Palma no Centro Cultural de Cascais.

      NÃO tinha conhecimento que foi expulsa da VISÃO por plagiar revistas norte americanas.

      Gosto de pessoas irreverentes! Só gostava de saber a causa da sua "quase" expulsão da Sociedade Portuguesa de Autores.

      Desejo-te um domingo muito feliz, Majo!

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    2. A CPC, de início, foi arrogante e ofensiva no âmbito da investigação sobre plágio, pela Sociedade Portuguesa de Autores, em 2003.
      Começou por dizer que não era a única a plagiar e terminou por defender que náo tinha cometido o crime.
      xx

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    3. Nesse caso, Majo, não é irreverência, mas falta de respeito pelos colegas, diria mesmo que é um desacato não aceitar as consequências do plágio cometido.

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    1. Só li AGRIÃO! em 1984, mas como gostei deste romance trouxe-o para a Alemanha.

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  4. Li o livro há imenso tempo, não me lembro minimamente do que trata.

    A CPC tentou fazer dos portugueses mais saloios do que realmente são, julgando que ninguém repararia que as crónicas dela plagiavam outras de revistas americanas. Mas ela não é a única cientista nesta terra (felizmente), de modo que rapidamente o plágio foi denunciado. E já era o segundo, porque o primeiro foi parcial e a revista deu-lhe o benefício da dúvida...

    Além disso, consta que em tempos pediu a vários amigos/colegas para escreverem uns textos (suponho que ligados à ciência) que ela depois publicou em nome dela, agradecendo no interior do livro a "gentil colaboração" do A, B, C e por aí adiante. Jeitosa, a menina, não?

    Claro que nada disso impede que eu goste da maneira como ela escreve, se bem que nos últimos anos me parece que esteja um bocado parada... ;)

    Beijocas

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    1. Soube do plágio da CPC através do comentário da Majo.

      Como já disse: comprei e li AGRIÃO! em 1984 e esqueci a autora.

      Em 2010 vi as caras de prazer da CPC — "Sexpressions" de Pedro Palma — e ri-me à brava.

      Boa semana, Teté!

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    1. AGRIÃO ! não é uma obra-prima da literatura portuguesa, mas em 1984 gostei de o ler!

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  6. Por A?
    Adeus às Armas, talvez.
    Clara Pinto Correia caiu muito no que pensava dela quando resolveu fazer aquele ensaio pseudo - erótico.
    Boa semana!

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  7. Na minha opinião, "Adeus às Armas", publicado em 1929, não é o melhor romance de Ernest Hemingway, contudo valioso devido ao seu tom autobiográfico.

    O ensaio pseudo-erótico (não vi caras de prazer, vi sim, caras cómicas) realizado pelo segundo marido dela, não me incomodou absolutamente nada, mas o plágio.

    Boa semana, Pedro!

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