Os Amantes do Café Flore

Vi Les Amants du Flore, um filme baseado na vida de Simone de Beauvoir e Jean-Paul Sartre, em 2006 no TV5
Esta noite vi-o no canal Arte.
Entre os 15 e 17 anos, li quase toda a obra de Simone de Beauvoir e Jean-Paul Sartre.
"O Segundo Sexo" era a minha bíblia, e ainda hoje, não me deixa indiferente.
É óbvio, que com a minha origem e educação burguesa, não poderia deixar de me identificar com as "Memórias de uma menina bem-comportada".
Queria — tal como Simone e Jean-Paul — uma união livre.

Em vez de pedi-la em casamento, Sartre propõe-lhe um pacto no qual monogamia e mentira não
teriam lugar. Sartre acredita que antes de serem amantes, eles eram escritores, e como tal precisariam conhecer a fundo a alma humana, multiplicando suas experiências individuais e contando-as, um ao outro, nos mínimos detalhes.

Entre Simone e Sartre o amor seria necessário, com as demais pessoas, seria contingente. 

Simone aceita o pacto, pois ele está de acordo com suas próprias convicções.

Kommentare

  1. Der Liebespakt
    TV-Biografie

    Paris, 1929.
    Die aristokratische Studentin Simone de Beauvoir (Anna Mouglalis)lernt an der Universität Jean-Paul Sartre (Lorànt Deutsch) kennen.
    Sie verliebt sich in den charismatischen Philosophen. Gemeinsam bereiten sich die beiden auf ihren Abschluss vor und schließen einen freigeistigen Liebespakt, der mit den Konventionen ihrer Zeit bricht. Ausdrucksstarke Story.

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  2. Ai, o que me fez lembrar, com o título deste post Teresa!
    Bom fds

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  3. É verdade, que tenho a mania de escolher títulos extravagantes para os meus textos, mas desta vez estou inocente, Carlos, "Les Amants du Flore" é o título original deste filme.

    "Der Liebespakt" (Pacto de Amor) é o título alemão.

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  4. Garanto que aos 15 anos não era asim tão filosófica, lia Agatha Christie. De Sartre tinha lido "Os sequestrados de Altona", sem perceber patavina e, mais tarde, "A Náusea". Nenhum deles me encantou, mas li-os até ao fim...

    Dela, mea culpa, nunca li nada! Mas, de qualquer forma, a filosofia de vida deles nunca me convenceu...

    Bom fim de semana para ti!

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  5. Com certeza, nessa altura também eu não percebi patavina, mas entre os 15 e os 18 anos fui passar férias de Verão a casa dos meus tios em Lisboa, onde conheci uma data de intelectuais que muito me influenciaram.

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