Donnerstag, 23. Februar 2012

Ménage à trois

O filme francês de 1961 Jules e Jim realizado por François Truffaut, baseado no romance do mesmo nome de Henri-Pierre Roché, relata a profunda amizade de dois estudantes, o austríaco Jules (Oscar Werner) e o francês Jim (Henri Serre) e o amor de ambos pela mesma mulher Catherine (Jeanne Moreau), em Paris de 1912.
Um livro, um filme, duas obras-primas.

Kommentare:

  1. A Catarina era levada do diabo e o Júlio era austríaco (para baralhar).
    Não é "Flotter Dreier" (?), nem "Threesome" (?), nem "Amor a Três", mas é como se fosse ! eheh
    Vai ser difícil. :((
    Bom !... agora estou a comer umas "trufas" e venho mais logo ver se atino com isto ! ;))
    .

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  2. Uma dúvida.
    Será que em gente heterossexual será possível um entendimento sincero e consentido e permanente, desta ordem, como neste filme ?
    Para uma mentalidade latina custa a entender ! ... :((
    .

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  3. "Mènage à trois"? Mas tu queres que uma data de tarados te venham aqui "bater à porta"? É, Teresoca, há gente para tudo, e títulos destes geralmente aumentam as visitas... de gente "menos séria", digamos assim! :)))

    Bom ela parece-me portuguesa (ou francesa? a cara dela não me é esranha), o moreno assim tipo turco e o loiro alemão (ou austríaco, segundo o Rui).

    Mas como isto deve ser de um filme, posso dizer que a cara dela não me é nada estranha. Vou pesquisar! :D

    Até já (se encontrar alguma coisa)!

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  4. Olha, afinal até foi fácil! Bem me parecia que a cara dela não me era estranha... mas o filme é antiguinho! E nunca vi, que na altura ainda cheirava a cueiros... :)))

    Mas o Rui chegou lá primeiro! Para não variar... :D

    Devo dizer que não fiz batota, nem encontrei esta fotografia, mas encontrei outras do mesmo filme! E está esclarecido o título... :)

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  5. Qual é a sua nacionalidade?

    Um austríaco, o fantástico Oscar Werner (Jules) e dois franceses Jeanne Moreau (Catherine), Henri Serre (Jim).

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  6. Achei muita piada ao teu comentário, Teté!

    Os tarados ao verem o meu bichano à entrada, compreendem logo que a autora deste blogue é uma mulher burguesa, que não vai lá muito com a "mènage à trois", mas que gosta de empregar esta expressão por ser muito usada na literatura alemã.

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  7. O Rui chega sempre primeiro!

    Esta pergunta era fácil, mas o mestre responde sempre certo a todas as perguntas.

    Rui, os homens latinos não aceitam uma "ménage à trois" entre dois homens e uma mulher, mas quantas mulheres portugueses são obrigadas a aceitar as amantes dos maridos?

    A moral latina é muito especial: bunga, bunga para os homens e, a cozinha, os filhos e a igreja para a mulher.

    Basta de falsas morais, meu amigo!

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  8. Pensava que era um post sobre a troika :)))
    Bfds!!!

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  9. Não li o livro mas lembro-me bem de ter gostado muito do filme!

    Abraço

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  10. Não se casem, Raparigas

    Já viram um homem em pêlo
    Sair de repente da casa de banho
    Escorrendo por todos os pêlos
    Com o bigode cheio de pena
    Já viram um homem muito feio
    A comer esparguete
    Garfo em punho e ar de bruto
    Com molho de tomate no colete
    Quando são bonitos são idiotas
    Quando são velhos são horríveis
    Quando são pequenos são maus
    Já viram um homem gordo à beça
    Extrair as pernas do ó-ó
    Massajar a barriga e coçar as guedelhas
    Olhando pensativo para os pés

    Refrão 1

    Não se casem raparigas não se casem
    Façam antes cinema
    Fiquem virgens em casa do papá
    Sejam serventes no carvoeiro
    Criem macacos criem gatos
    Levantem a pata na Ópera
    Vendam caixas de chocolate
    Professem ou não professem
    Dancem em pêlo para os gagás
    Sejam matadoras na avenida do Bois
    Mas não se casem raparigas
    Não se casem


    Já viram um homem à rasca
    Chegar tarde para o jantar
    Com baton no colarinho
    E tremeliques nas gâmbias
    Já viram no cabaret
    Um senhor não muito fresco
    Roçar-se com insistência
    Numa florzinha de inocência
    Quando são burros aborrecem
    Quando são fortes fazem sports
    Quando são ricos guardam o milho
    Quando são duros torturam
    Já viram ao vosso braço pendurado
    Um magrizela de olhos de rato
    Frisar os três pêlos do bigode
    E empertigar-se com um ar de bode

    Refrão 2

    Não se casem raparigas não se casem
    Vistam os vossos vestidos de gala
    Vão dançar ao Olímpia
    Mudem de amante quatro vezes por mês
    Peguem na massa e guardem-na
    Escondam-na fresca debaixo do colchão
    Aos cinquenta anos pode servir
    Para sacar belos rapazes
    Nada na cabeça tudo nos braços
    Ah que bela vida será
    Se não se casarem raparigas
    Se não se casarem

    Boris Vian

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A minha alegria é o aroma de tangerina nos dedos

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Düsseldorf, Nordrhein-Westfalen, Germany
Lamego foi a cidade que me viu nascer. Porto foi a cidade que me viu crescer. Düsseldorf é a cidade que está a ver-me envelhecer.

OBRIGADA, AFRODITE!

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“Quando todos pensam o mesmo, ninguém pensa muito”
Søren Aabye Kierkegaard

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I – AVÉ-MARIAS

Nas nossas ruas, ao anoitecer,
Há tal soturnidade, há tal melancolia,
Que as sombras, o bulício, o Tejo, a maresia
Despertam-me um desejo absurdo de sofrer.

O céu parece baixo e de neblina,
O gás extravasado enjoa-me, perturba;
E os edifícios, com as chaminés, e a turba
Toldam-se duma cor monótona e londrina.

Batem os carros d'aluguer, ao fundo,
Levando à via férrea os que se vão. Felizes!
Ocorrem-me em revista exposições, países:
Madrid, Paris, Berlim, S. Petersburgo, o mundo!

Semelham-se a gaiolas, com viveiros,
As edificações somente emadeiradas:
Como morcegos, ao cair das badaladas,
Saltam de viga em viga os mestres carpinteiros.

Voltam os calafates, aos magotes,
De jaquetão ao ombro, enfarruscados, secos;
Embrenho-me, a cismar, por boqueirões, por becos,
Ou erro pelos cais a que se atracam botes.

E evoco, então, as crónicas navais:
Mouros, baixéis, heróis, tudo ressuscitado!
Luta Camões no mar, salvando um livro a nado!
Singram soberbas naus que eu não verei jamais!

E o fim da tarde inspira-me; e incomoda!
De um couraçado inglês vogam os escaleres;
E em terra num tinir de louças e talheres
Flamejam, ao jantar, alguns hotéis da moda.

Num trem de praça arengam dois dentistas;
Um trôpego arlequim braceja numas andas;
Os querubins do lar flutuam nas varandas;
Às portas, em cabelo, enfadam-se os lojistas!

Vazam-se os arsenais e as oficinas;
Reluz, viscoso, o rio, apressam-se as obreiras;
E num cardume negro, hercúleas, galhofeiras,
Correndo com firmeza, assomam as varinas.

Vem sacudindo as ancas opulentas!
Seus troncos varonis recordam-me pilastras;
E algumas, à cabeça, embalam nas canastras
Os filhos que depois naufragam nas tormentas.

Descalças! Nas descargas de carvão,
Desde manhã à noite, a bordo das fragatas;
E apinham-se num bairro aonde miam gatas,
E o peixe podre gera focos de infecção!

Cesário Verde

O sentimento de um Ocidental

BIBLIOTECAS

CARTÃO PRÓSPERO

É o nome de uma das mais emblemáticas personagens de Shakespeare: Próspero, o mago de "A Tempestade". Muitos viram nele a encarnação dramática do Bardo de Stratford-upon-Avon e a metáfora do próprio Teatro. Próspero é também o nome de um Cartão que o TNSJ concebeu para servir de presente de Natal ou aniversário.
Entre os benefícios concedidos por este Próspero, contam-se entradas duplas para espetáculos da programação TNSJ, descontos especiais em publicações, e convites para ensaios abertos e actividades paralelas.
Mais informações nas Bilheteiras do TNSJ.

Passeios literários

Lista de boas intenções

Deitar cedo e cedo erguer, dá saúde e faz crescer!

Quero separar-me de tudo aquilo, que não preciso. Só quem larga, tem as mãos livres!

Não guardes para amanhã, o que podes fazer hoje!

Certificado de Participação

Certificado de Participação
"O acaso faz com que essas duas
Que a sorte sempre separou
Se cruzem pela mesma rua
Olhando-se com a mesma dor".
Chico Buarque, "Umas e Outrass"


Livro, um amigo
para brincar comigo,
um navio para viajar,
um jardim para brincar,
uma escola para levar
debaixo do braço.

If I should learn, in some quite casual way
That you were gone, not to return again -
… I should but watch the station lights rush by
With a more careful interest on my face.

Edna St. Vicent Millay

A verdadeira viagem de descoberta consiste não em ver novas paisagens, mas em vê-las com novos olhos.

Marcel Proust

  • Große Bücher haben viele Kerne. Aber wenn Orhan Pamuk noch irgendetwas aus dieser Zeit besitzt, vielleicht ein Teeglas, dessen Rand sich noch immer an die süßen Lippen und den kleinen Mund der Schwarzen Rose erinnern kann, als sei er gestern davon berührt worden, dann werden wir dieses Glas eines Tages im Museum der Unschuld sehen und uns an die Zauberworte erinnern, die sein Schlaf geboren hat.
O caminho para todas as coisas grandiosas passa pelo silêncio.

Friedrich Nietzsche

ZEIT ZUM LESEN

ZEIT ZUM LESEN
Seit 4. September 2008 probiert Teresa ihr neues BÄREN Leben aus!

Demasiada pequena para pensar em Deus
Demasiada segura de si mesma para pensar em Deus
Demasiada enamorada para pensar em Deus
Demasiada ocupada para pensar em Deus
Demasiada cansada para pensar em Deus
- demasiado tarde para pensar em Deus
Like sands thru the hour glass so are the days of our lives.

Nada te perturbe,
Nada te espante,
Tudo passa,
Deus não muda,
A paciência tudo alcança;
Quem a Deus tem
Nada lhe falta:
Só Deus basta.

Eleva o pensamento,
Ao céu sobe,
Por nada te angusties,
Nada te perturbe.

Stª Teresa D'Ávila
“Quando todos pensam o mesmo, ninguém pensa muito” Søren Aabye Kierkegaard

Escrever é pura e simplesmente uma maneira de criar imagens multicolores!

Muito obrigada, Tossan!

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Directo do Porto para Düsseldorf do Artista Maldito com a benção do Joseph Beuys

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Da TETÉ

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"Eu saí da Terra três vezes. E eu descobri que não há outro lugar para ir", disse o astronauta Wally Schirra

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Do ARTISTA MALDITO

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Do Artista Maldito

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