Dienstag, 18. Januar 2011

A RAPARIGA NO PARQUE (The Girl in the Park)

Sem sair do sofá, vi esta noite, o filme americano de 2007 — The Girl in the Park — um bom drama psicológico realizado por David Auburn, que também escreveu o argumento.



Profundamente traumatizada pelo desaparecimento de sua filha de 3 anos, 15 anos atrás, Julia Sandburg (Sigourney Weaver) cortou praticamente toda a relação de afecto entre ela e as pessoas que a cercam, incluindo o seu marido Doug (David Rasche) e o filho Chris (Alessandro Nivola), que tentam há anos penetrar no seu muro de isolamento e desolação, sem sucesso.
Mas, quando Julia encontra Louise (Kate Bosworth), uma rapariga problemática com um passado obscuro, todas as suas dolorosas feridas psicológicas reaparecem na sua ilógica e irracional esperança de que Louise possa ser a filha que ela perdeu há muito tempo.
É Louise a filha desaparecida de Julia? Embora tudo leve a crer, que não o seja, fica por conta da vontade, e imaginação de cada um, responder a esta pergunta! Na minha opinião, o filme ficaria melodramático se a Louise fosse a filha perdida.

Kommentare:

  1. O que aqui escrevo não é para publicar como comentário. Serve,apenas, para lhe dizer que o seu último comentário na minha cubata não entrou. Se quiser ter a gentileza de lá voltar, terei muito gosto em ler o que lá não ficou.
    Abraço do amigo de longe

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  2. The song is called "Pink Frost" by The Chills.

    I want to stop my crying
    I want to stop my crying
    But she's lying there dying
    How can I live when you see what I've done?
    How can I live when you see what I've done?
    What can I do if she dies?
    What can I do if she dies?
    What can I do if she's lost?
    Just the thought fills my heart with Pink Frost
    I thought I was dreaming -
    so I didn't heed her screaming
    I'm so scared
    I'm so scared
    She won't move and I'm holding her head
    She won't move and I'm holding her head
    She's lost...Bye Bye Bye
    She's lost...Bye Bye Bye
    She's lost...Bye Bye Bye
    Pink frost...Bye Bye Bye
    I'm really not lying
    I'm so scared
    I'll have to stop my crying
    Now she's dead
    What can I do if she dies?
    What can I do if she dies?
    What can I do if she's lost?
    Just the thought fills my heart with Pink Frost
    (Oh no!)

    AntwortenLöschen
  3. Amiga Teresa!

    Parece ser um filme interessante.

    "I thought I was dreaming -
    so I didn't heed her screaming
    I'm so scared"

    Como sabes tudo o que seja inglês mexe comigo, leio tudo.
    Repara na palavra heed, não será hear???

    Beijinhos

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  4. Parece-me ser do género de filmes que gosto. Se tiver oportunidade de ver, certamente que o farei... :)

    Beijinhos!

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  5. "The Girl in The Park" não é mau de todo, mas também não é daqueles filmes de ficar de boca aberta.

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A minha alegria é o aroma de tangerina nos dedos

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Düsseldorf, Nordrhein-Westfalen, Germany
Lamego foi a cidade que me viu nascer. Porto foi a cidade que me viu crescer. Düsseldorf é a cidade que está a ver-me envelhecer.

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I – AVÉ-MARIAS

Nas nossas ruas, ao anoitecer,
Há tal soturnidade, há tal melancolia,
Que as sombras, o bulício, o Tejo, a maresia
Despertam-me um desejo absurdo de sofrer.

O céu parece baixo e de neblina,
O gás extravasado enjoa-me, perturba;
E os edifícios, com as chaminés, e a turba
Toldam-se duma cor monótona e londrina.

Batem os carros d'aluguer, ao fundo,
Levando à via férrea os que se vão. Felizes!
Ocorrem-me em revista exposições, países:
Madrid, Paris, Berlim, S. Petersburgo, o mundo!

Semelham-se a gaiolas, com viveiros,
As edificações somente emadeiradas:
Como morcegos, ao cair das badaladas,
Saltam de viga em viga os mestres carpinteiros.

Voltam os calafates, aos magotes,
De jaquetão ao ombro, enfarruscados, secos;
Embrenho-me, a cismar, por boqueirões, por becos,
Ou erro pelos cais a que se atracam botes.

E evoco, então, as crónicas navais:
Mouros, baixéis, heróis, tudo ressuscitado!
Luta Camões no mar, salvando um livro a nado!
Singram soberbas naus que eu não verei jamais!

E o fim da tarde inspira-me; e incomoda!
De um couraçado inglês vogam os escaleres;
E em terra num tinir de louças e talheres
Flamejam, ao jantar, alguns hotéis da moda.

Num trem de praça arengam dois dentistas;
Um trôpego arlequim braceja numas andas;
Os querubins do lar flutuam nas varandas;
Às portas, em cabelo, enfadam-se os lojistas!

Vazam-se os arsenais e as oficinas;
Reluz, viscoso, o rio, apressam-se as obreiras;
E num cardume negro, hercúleas, galhofeiras,
Correndo com firmeza, assomam as varinas.

Vem sacudindo as ancas opulentas!
Seus troncos varonis recordam-me pilastras;
E algumas, à cabeça, embalam nas canastras
Os filhos que depois naufragam nas tormentas.

Descalças! Nas descargas de carvão,
Desde manhã à noite, a bordo das fragatas;
E apinham-se num bairro aonde miam gatas,
E o peixe podre gera focos de infecção!

Cesário Verde

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É o nome de uma das mais emblemáticas personagens de Shakespeare: Próspero, o mago de "A Tempestade". Muitos viram nele a encarnação dramática do Bardo de Stratford-upon-Avon e a metáfora do próprio Teatro. Próspero é também o nome de um Cartão que o TNSJ concebeu para servir de presente de Natal ou aniversário.
Entre os benefícios concedidos por este Próspero, contam-se entradas duplas para espetáculos da programação TNSJ, descontos especiais em publicações, e convites para ensaios abertos e actividades paralelas.
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Que a sorte sempre separou
Se cruzem pela mesma rua
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Chico Buarque, "Umas e Outrass"


Livro, um amigo
para brincar comigo,
um navio para viajar,
um jardim para brincar,
uma escola para levar
debaixo do braço.

If I should learn, in some quite casual way
That you were gone, not to return again -
… I should but watch the station lights rush by
With a more careful interest on my face.

Edna St. Vicent Millay

A verdadeira viagem de descoberta consiste não em ver novas paisagens, mas em vê-las com novos olhos.

Marcel Proust

  • Große Bücher haben viele Kerne. Aber wenn Orhan Pamuk noch irgendetwas aus dieser Zeit besitzt, vielleicht ein Teeglas, dessen Rand sich noch immer an die süßen Lippen und den kleinen Mund der Schwarzen Rose erinnern kann, als sei er gestern davon berührt worden, dann werden wir dieses Glas eines Tages im Museum der Unschuld sehen und uns an die Zauberworte erinnern, die sein Schlaf geboren hat.
O caminho para todas as coisas grandiosas passa pelo silêncio.

Friedrich Nietzsche

ZEIT ZUM LESEN

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Demasiada segura de si mesma para pensar em Deus
Demasiada enamorada para pensar em Deus
Demasiada ocupada para pensar em Deus
Demasiada cansada para pensar em Deus
- demasiado tarde para pensar em Deus
Like sands thru the hour glass so are the days of our lives.

Nada te perturbe,
Nada te espante,
Tudo passa,
Deus não muda,
A paciência tudo alcança;
Quem a Deus tem
Nada lhe falta:
Só Deus basta.

Eleva o pensamento,
Ao céu sobe,
Por nada te angusties,
Nada te perturbe.

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