Freitag, 14. Januar 2011

Bom Negócio

Um presidente de câmara do interior queria construir uma ponte e chamou três empreiteiros: um alemão, um americano e um português.
— Faço por três milhões de dólares — disse o alemão. — Um pela mão-de-obra, um pelo material e um para o meu lucro.
— Faço por seis milhões — propôs o americano. — Dois pela mão-de-obra, dois pelo material e dois para mim. Mas o serviço é de primeira.
— Faço por nove milhões — disse o português.
— Nove? — espantou-se o presidente — É de mais! Porquê?
— Três para mim, três para si e três para o alemão fazer a obra!

Kommentare:

  1. Esta é boa, mas está mal contada.
    Em matéria de pontes
    Cabe sempre a portugueses a empreitada
    E se quer fazer duscussão
    sempre lhe digo:
    o lucro é... do alemão!

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  2. :)
    Assim também eu fazia uma ponte ou uma data de pontes!
    (claro que não fazia nada porque seria muito mal feito agir dessa forma)

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  3. É divertida, mas não muito simpática para uma pessoa que assumiu a nacionalidade portuguesa por opção como eu.
    Além disso, possui mais um erro:
    Na verdade o alemão poderia assumir a obra como sub-empreiteiro e chefias, mas a mão-de-obra, provavelmente, seria sempre maioritariamente portuguesa. Mesmo no coração de Berlim em todas as obras que vi muitos dos trabalhadores falavam era em Português :)

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  4. Moral da história: a obra nunca seria concluída, porque o alemão nunca faria a obra. A não ser que chamasse uns turcos e uns portugueses...

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  5. OK, é anedota, mas parece-me espelhar bem uma certa mentalidade ainda existente dos construtores civis tugas...

    Difícil é provar que essas negociatas pouco transparentes se fazem, como no caso daquele fulano do Bragaparques, que pagou uma multa insignificante pela sua tentativa de corrupção!

    Beijocas!

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  6. Olá, amiga!

    A anedota descreve muito sinteticamente a realidade da mentalidade de muitos portugueses. Assim reza história desde há muito, mas se mantém a moral da história na actualidade.

    Beijos e sinceros kandandos.

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  7. A história depois desvia-se para outro desfecho...
    O alemão, ou de outra nacionalidade qualquer, diz que não alinha, mas o dinheiro acaba por ser gasto e imputado à construção da ponte.
    E um dia o Presidente da Câmara recebe o alemão de visita e diz que a ponte ficou muito bonita. Então o alemão pergunta: "Ponte? Qual ponte?
    Mágicos de pobreza!

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  8. Coitadinhos de nós ... Estamos sempree no fio da navalha...
    Quem me dera salvar este país à beira mar plantado, que tem tanta coisa boa, mas que caiu nas bocas do mundo.


    boa Carlos Barbosa ...

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A minha alegria é o aroma de tangerina nos dedos

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Düsseldorf, Nordrhein-Westfalen, Germany
Lamego foi a cidade que me viu nascer. Porto foi a cidade que me viu crescer. Düsseldorf é a cidade que está a ver-me envelhecer.

OBRIGADA, AFRODITE!

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“Quando todos pensam o mesmo, ninguém pensa muito”
Søren Aabye Kierkegaard

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I – AVÉ-MARIAS

Nas nossas ruas, ao anoitecer,
Há tal soturnidade, há tal melancolia,
Que as sombras, o bulício, o Tejo, a maresia
Despertam-me um desejo absurdo de sofrer.

O céu parece baixo e de neblina,
O gás extravasado enjoa-me, perturba;
E os edifícios, com as chaminés, e a turba
Toldam-se duma cor monótona e londrina.

Batem os carros d'aluguer, ao fundo,
Levando à via férrea os que se vão. Felizes!
Ocorrem-me em revista exposições, países:
Madrid, Paris, Berlim, S. Petersburgo, o mundo!

Semelham-se a gaiolas, com viveiros,
As edificações somente emadeiradas:
Como morcegos, ao cair das badaladas,
Saltam de viga em viga os mestres carpinteiros.

Voltam os calafates, aos magotes,
De jaquetão ao ombro, enfarruscados, secos;
Embrenho-me, a cismar, por boqueirões, por becos,
Ou erro pelos cais a que se atracam botes.

E evoco, então, as crónicas navais:
Mouros, baixéis, heróis, tudo ressuscitado!
Luta Camões no mar, salvando um livro a nado!
Singram soberbas naus que eu não verei jamais!

E o fim da tarde inspira-me; e incomoda!
De um couraçado inglês vogam os escaleres;
E em terra num tinir de louças e talheres
Flamejam, ao jantar, alguns hotéis da moda.

Num trem de praça arengam dois dentistas;
Um trôpego arlequim braceja numas andas;
Os querubins do lar flutuam nas varandas;
Às portas, em cabelo, enfadam-se os lojistas!

Vazam-se os arsenais e as oficinas;
Reluz, viscoso, o rio, apressam-se as obreiras;
E num cardume negro, hercúleas, galhofeiras,
Correndo com firmeza, assomam as varinas.

Vem sacudindo as ancas opulentas!
Seus troncos varonis recordam-me pilastras;
E algumas, à cabeça, embalam nas canastras
Os filhos que depois naufragam nas tormentas.

Descalças! Nas descargas de carvão,
Desde manhã à noite, a bordo das fragatas;
E apinham-se num bairro aonde miam gatas,
E o peixe podre gera focos de infecção!

Cesário Verde

O sentimento de um Ocidental

BIBLIOTECAS

CARTÃO PRÓSPERO

É o nome de uma das mais emblemáticas personagens de Shakespeare: Próspero, o mago de "A Tempestade". Muitos viram nele a encarnação dramática do Bardo de Stratford-upon-Avon e a metáfora do próprio Teatro. Próspero é também o nome de um Cartão que o TNSJ concebeu para servir de presente de Natal ou aniversário.
Entre os benefícios concedidos por este Próspero, contam-se entradas duplas para espetáculos da programação TNSJ, descontos especiais em publicações, e convites para ensaios abertos e actividades paralelas.
Mais informações nas Bilheteiras do TNSJ.

Passeios literários

Lista de boas intenções

Deitar cedo e cedo erguer, dá saúde e faz crescer!

Quero separar-me de tudo aquilo, que não preciso. Só quem larga, tem as mãos livres!

Não guardes para amanhã, o que podes fazer hoje!

Certificado de Participação

Certificado de Participação
"O acaso faz com que essas duas
Que a sorte sempre separou
Se cruzem pela mesma rua
Olhando-se com a mesma dor".
Chico Buarque, "Umas e Outrass"


Livro, um amigo
para brincar comigo,
um navio para viajar,
um jardim para brincar,
uma escola para levar
debaixo do braço.

If I should learn, in some quite casual way
That you were gone, not to return again -
… I should but watch the station lights rush by
With a more careful interest on my face.

Edna St. Vicent Millay

A verdadeira viagem de descoberta consiste não em ver novas paisagens, mas em vê-las com novos olhos.

Marcel Proust

  • Große Bücher haben viele Kerne. Aber wenn Orhan Pamuk noch irgendetwas aus dieser Zeit besitzt, vielleicht ein Teeglas, dessen Rand sich noch immer an die süßen Lippen und den kleinen Mund der Schwarzen Rose erinnern kann, als sei er gestern davon berührt worden, dann werden wir dieses Glas eines Tages im Museum der Unschuld sehen und uns an die Zauberworte erinnern, die sein Schlaf geboren hat.
O caminho para todas as coisas grandiosas passa pelo silêncio.

Friedrich Nietzsche

ZEIT ZUM LESEN

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Seit 4. September 2008 probiert Teresa ihr neues BÄREN Leben aus!

Demasiada pequena para pensar em Deus
Demasiada segura de si mesma para pensar em Deus
Demasiada enamorada para pensar em Deus
Demasiada ocupada para pensar em Deus
Demasiada cansada para pensar em Deus
- demasiado tarde para pensar em Deus
Like sands thru the hour glass so are the days of our lives.

Nada te perturbe,
Nada te espante,
Tudo passa,
Deus não muda,
A paciência tudo alcança;
Quem a Deus tem
Nada lhe falta:
Só Deus basta.

Eleva o pensamento,
Ao céu sobe,
Por nada te angusties,
Nada te perturbe.

Stª Teresa D'Ávila
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Directo do Porto para Düsseldorf do Artista Maldito com a benção do Joseph Beuys

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Da TETÉ

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Do ARTISTA MALDITO

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Está provado que se cada português consumir 100 EUR de produtos nacionais por mês a economia cresce acima de todas as estimativas e ainda cria 1 posto de trabalho!

Por favor, quando for ao supermercado, dê preferência aos produtos de fabrico Português.
Se não sabe quais são, verifique sempre o CÓDIGO DE BARRAS:

TODOS OS PRODUTOS PORTUGUESES COMEÇAM POR "560" NO CÓDIGO DE BARRAS!

Obrigada, Beatriz!

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A 83ª cerimónia dos Óscares está marcada para o dia 27 de Fevereiro, no Kodak Theatre, em Los Angeles, Califórnia, sendo os nomeados conhecidos em Janeiro.

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