Em Banguecoque com o inspector norueguês Harry Hole

Esta tarde acabei de ler Kakerlakkene (Baratas), o segundo caso do inspector Harry Hole, um alcoólico em recuperação.
Num hotel de má fama foi encontrado assassinado o embaixador norueguês em Banguecoque. Harry Hole é enviado pelos seus superiores para Banguecoque — uma cidade onde a moral e a lei não têm valor — para auxiliar a polícia tailandesa na investigação do crime.
O inspector Harry Hole mergulha num ambiente de pedófilos, de prostitutas, da mafia e das piores de todas as baratas (Kakerlakkene) – os políticos.
Kakerlakkene (título norueguês) é um livro com muito suspense que eu recomendo, embora tenha ficado desiludida com o desfecho — queria que o criminoso fosse uma outra personagem.

O músico e autor norueguês Jo Nesbø nasceu a 23 de Março de 1960 em Oslo. Só começou a escrever aos 37 anos. Leu – os favoritos são Hemingway e Nabokov –, jogou futebol com ambições profissionais, foi guitarrista num dos grupos rock mais populares da Noruega Di derre.
Jo Nesbø é a nova estrela nórdica dos autores de romances policiais, que têm subido nos tops ingleses, canadianos e norte-americanos — nos países nórdicos chega a ter cinco livros entre os dez mais vendidos.
As suas histórias com o inspector Harry Hole estão traduzidas em 30 idiomas e foram premiadas inúmeras vezes. Jo Nesbø vive em Oslo, e é um dos mais talentosos e bem sucedidos escritores europeus.

Kommentare

  1. Adoro baratas!
    Estufadas e servidas com camarinhas e aguardente de zimbro.

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  2. As minhas irmãs já leram livros dele e gostaram (penso que os leram em inglês, enquanto eu prefiro ler em português). Vou ver se arranjo um livro dele, de preferência traduzido...

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  3. Definitivamente há uma nova geração de escritores policiais que desconheço - e este é um deles. Vou ver se está traduzido para português... :)

    Beijocas!

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  4. Sei que há um romance de Jo Nesbø traduzido na nossa língua:
    "O Pássaro de Peito Vermelho", cuja acção decorre nos anos 90 em Oslo e também em 1942 nas trincheiras nos arredores de Leninegrado.
    Nesbø disse numa entrevista: "E usei em 'O Pássaro do Peito Vermelho' a história do meu pai, que é tão dramática. Os pormenores mais pesados nesse livro, que podem parecer pura ficção, foram vividos pelo meu pai nas trincheiras de Leninegrado."

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  5. nossa, nunca ouvi falar, fiquei curiosa. beijos, pedrita

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  6. Querida Teresa!

    Não sei bem porquê, mas este thriller tem um plot que me soa familiar...
    Crime com contornos de requinte de malvadez em Nova Iorque.

    Amiga, obrigada pelo cuidado e carinho.
    O meu pai faleceu, faz amanhã 6 anos.
    Teria feito 87 anos no dia 2 de Janeiro se ainda estivesse entre nós.

    beijinhos

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  7. Querida Teresa!

    Quem mais???

    Não tenho o link para a Licas, julgo que não sou seguidora, mas vou tentar ir lá, pelo menos para saber o que pensa ela.
    Do caso em si, não sei mais, só o que oiço na TV.
    Não leio tabloids e não descrimino ninguém.
    Beijo

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  8. Realmente, Tereza, as piores baratas são os políticos. Com quem eu trabalho, por incrível que pareça. São as piores baratas existentes.
    Gostei da dica! Fiquei interessada.

    Beijo

    Carla

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