TRANSMISSÃO directa do Teatro Nacional de São Carlos da ópera de Wagner GÖTTERDÄMMERUNG | O CREPÚSCULO DOS DEUSES hoje às 18 h de Lisboa

O Crepúsculo dos deuses

A última jornada do Festival Cénico Der Ring des Nibelungen (O Anel do Nibelungo).
Ópera com prólogo e três actos.
Libreto de Richard Wagner.
Estreada em 1876 em Bayreuth (Bayreuth Festspielhaus), Alemanha.

Direcção Musical Marko Letonja
Encenação Graham Vick
Cenografia e Figurinos Timothy O’Brien
Movimentos Coreográficos Ron Howell

REINOS MÍTICOS DO PASSADO GERMÂNICO

PRÓLOGO

As três Norns, as meninas do Reno, que tecem os fios de ouro do destino, prevêem o crepúsculo da era dos deuses. Mas quando a corda do destino é cortada, desaparecem para sempre. Brünnhilde despede-se do seu querido Siegfried diante da gruta que habitam. Antes de partir em busca de aventuras e glória, Siegfried entregalhe o anel que ganhou ao matar o dragão Fafner e ela dá-lhe o seu cavalo, Grane.

1º ACTO

Num palácio do Reno, Hagen aconselha o seu meio-irmão, o rei Gunther, a casar com a bela Brünnhilde, guardada por um muro de fogo. Hagen receia que Siegfried a reconquiste e pensa que um filtro do amor poderá fazê-lo sentir-se atraído pela irmã de Gunther, Gutrune. Siegfried chega e bebe a poção. Apaixona-se por Gutrune e esquece Brünnhilde. Siegfried promete conseguir que Brünnhilde ame Gunther. Hagen vê Siegfried partir para cumprir a sua missão. Em casa, Brünnhilde recebe a sua irmã
valquíria, Waltraute, mas rejeita o pedido dela para salvar os deuses renunciando ao anel que Siegfried lhe deu. Usando o elmo mágico para ser confundido com Gunther, Siegfried chega ao anoitecer. Arranca o Anel das mãos de Brünnhilde e obriga-a a entrar para a gruta, onde dormem castamente separados pela sua espada.

2º ACTO

Adormecido junto ao Reno, Hagen ouve o seu pai Nibelungo, Alberich, pedir-lhe que conquiste o anel. De madrugada, Siegfried regressa para junto de Gutrune. Quando Gunther chega com Brünnhilde, Siegfried não a reconhece. Ao ver o anel no dedo de Siegfried, Brünnhilde acusa-o de traição. Mas Siegfried jura que é leal a Gunther e nega ser casado com Brünnhilde. Hagen convence Brünnhilde e Gunther de que Siegfried tem de morrer. Brünnhilde junta-se relutantemente ao desfile de casamento na companhia de Gunther.

3º ACTO

Siegfried vai caçar e encontra as Filhas do Reno que o avisam da sua morte eminente. Gunther e Hagen encontram Siegfried, que lhes conta a sua juventude. Hagen dá-lhe a beber uma poção mágica que o faz lembrar-se de Brünnhilde, Hagen mata Siegfried. Gunther e os seus homens levam o corpo de Siegfried para o palácio. Aí, desejoso de tirar o anel do dedo de Siegfried, Hagen mata Gunther. No entanto, Brünnhilde consegue ficar com o anel e, para lhe retirar a maldição, usa-o ao sacrificar-se na pira funerária de Siegfried. As Filhas do Reno recuperam o anel e afogam Hagen. Como previsto, as chamas consomem os deuses e a sua fortaleza celeste, Valhalla.

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Kommentare

  1. já vi tarde demais:( agradeço na mesma o belíssimo serviço prestado :)

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  2. pois..., e no programa desta como de todas as óperas apresentadas no São Carlos, desde há 2/3 anos (já nem sei)lá estará um artigo escrito pelo meu filhote! :)))**

    Acho que um dia li que um dos desejos da Teresa era assistir a uma ópera no "Teatro Nacional de São Carlos". Na altura pensei: como o desejo de uma pessoa pode ser como beber um copo de água para outra.

    Beijinhos Teresa!
    Fátima

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  3. que máximo!! adorei o post! beijos, pedrita

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  4. Venho, não para comentar o post (embora goste desta ópera, não sou grande apreciador de Wagner, defeito meu, eu sei!), mas para agradecer a ida ao meu blog e o comentário lá deixado. O ematejoca está em alemão! De alemão nada percebo…! Chego pelo azul. Li Gunter Grass (pouco me disse) porque o editaram em português. Lerei, também, Herta Muller. Sou leitor compulsivo…, não há nada a fazer! Já estive duas vezes na Alemanha, uma antes, outra depois da queda do muro de Berlim, cidade que adorei.
    Tudo isto a propósito do nosso encontro na Blue Velvet e do tal “cego do olho esquerdo”.
    Desconhecia a expressão alemã que, como diz, significa não ver os erros da Esquerda. Não estou muito de acordo que ela se aplique a Saramago. Já li textos dele de fortes críticas à Esquerda a propósito, justamente, de erros por ela cometidos. Sou, de facto, admirador de Saramago, não por ele ser de Esquerda, mas pela sua notável obra literária. Conheço um pouco do homem – acompanhei-o, há uns anos, durante uma semana, na viagem que efectuou ao nosso país para escrever “Viagem a Portugal”, editado pelo Circulo de Leitores. Daí para cá passei apenas a viajar com ele pelos livros que foi escrevendo, o penúltimo dos quais essa deliciosa “ A Viagem do Elefante”.
    Voltarei ao seu blog. Gosto do que nele encontro. Diverti-me com a “Caça aos Políticos”! Humor saudável que muita falta faz nesta pasmaceira cinzenta que nos vai envolvendo!
    Um abraço

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  5. Para os amigos, um selinho de aniversário :)

    http://revisitaraeducacao.blogspot.com/2009/10/dois-anos-partilhar.html

    Beijinhos :)

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